Foder é fogo
que arde sem se ver;
É picha que mói, e tudo sente;
É espetar penetrantemente;
É dor que só se aplaca a foder.
É um não querer mais que só foder;
É um saltar de cona em cona permanente;
É dar-lhes sempre aqui com a batente;
É um amar que se ganha para depois se perder.
É querer espetar quando se tem vontade;
É servir quem aparece, qual conquistador;
É não acreditar numa cara-metade;
Mas como pode este ardor;
Nos corações femininos causar saudade;
E eu apenas sentir-me pecador?
É picha que mói, e tudo sente;
É espetar penetrantemente;
É dor que só se aplaca a foder.
É um não querer mais que só foder;
É um saltar de cona em cona permanente;
É dar-lhes sempre aqui com a batente;
É um amar que se ganha para depois se perder.
É querer espetar quando se tem vontade;
É servir quem aparece, qual conquistador;
É não acreditar numa cara-metade;
Mas como pode este ardor;
Nos corações femininos causar saudade;
E eu apenas sentir-me pecador?