segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Como fisgar o Patife

A preguiça é a mãe de todos os vícios. Mas mãe é mãe e é preciso respeitá-la. Como acordei cheio de preguiça, na mesma proporção que vontade de pinar, liguei o computador para ver se alguma das minhas amigas do Skype estava disponível para uma sessão voyeur. Por isso vesti-me, penteei-me e aprontei-me, pois sou um cavalheiro do digital. Quando estava pronto para a festa rija exibicionista, apercebo-me que já estou vestido e arranjado, por isso decidi ir antes engatar para o Chiado. Nem dois quarteirões tinha andado quando a encontrei. Tinha um ar de foliona sexual que não deixava ninguém indiferente e meia hora depois já estava toda embeiçada. Levei-a para casa a pensar naquelas beiças de volta do meu pincel, mas a estouvada da moça colocou-se logo na posição de cavaleira, pronta a montar-me como um puro sangue lusitano. Sempre que uma moça assume a posição de cavaleira tenho há anos na cabeceira da cama uma ventoinha que me apresso a ligar na direcção da rapariga, para dar um efeito visual mais cinematográfico. É maravilhoso vê-la a montar selvaticamente, com os cabelos a esvoaçar. Parece mesmo que está a galope. Mas após a galopada, a magana ousou dizer que queria “enroscar”. Só me apeteceu responder-lhe: "Ó filha, acabaste de me moer a rosca toda, não chega?”. Como nasci desprovido de um sistema de censura verbal, disse-o na mesma, porém, num tom simpático. Ficou logo azeda e pouco demorou a ir-se embora. Depois... estendo o meu corpo sobre a cama e entro em profundos dilemas morais e pensamentos de grande intensidade emocional e pergunto-me se alguma mulher me conseguirá verdadeiramente fisgar. Talvez. Com uma cona de pesca.

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

A nádegas tantas

Normalmente fodo. Mas este fim de semana fui fodido. Estava em casa a entrar em parafuso, por isso precisei de ir à rua encontrar uma porca. Lá fui todo entretido beber uma cerveja ao Chiado enquanto aproveitei para apreciar as pandeiretas que passam. Para mim, estar sentado no Chiado é um pouco como um Tinder em tempo real mas concentrado em rabos. Vou-os deixando passar até surgir um que me desperte. E lá passou um todo empinado e fresco, como que a suplicar por uma palmada de qualidade superior. Uma gaja que anda na rua daquela maneira a espetar o rabo tem de estar ansiosa para que um tipo fique com vontade de lhe espetar o nabo. Não acredito noutra hipótese. Por isso lá fui, como cavalheiro atento a estas pequenas cortesias sociais. Deixar passar um rabo que se empina daquela maneira, roçaria a falta de educação, quando a única coisa que quero roçar é aqui este totem fálico naquela altiva pandeireta. Assim que enceto conversa e a convido para sentar, a moça, sabida, manda-me logo baixar a bola. Que é logo coisa para eu levantar a tola. Era toda desempoeirada e a nádegas tantas lá quebrei as minhas regras, entreguei-me à sorte e deixei que ela conduzisse. Era forte e determinada. Sabia o que queria e o que fazia, trocámos mais um par de frases desnecessárias e lá fomos parar a casa dela. Tinha o quarto todo armado para uma pranchada à estouvada, daquelas em que vale tudo e não sobra nada. Encolhi os ombros como quem diz: “Vim meter-me na toca da loba...” e por isso apressei-me a mostrar-lhe o meu capuchinho vermelho. Possessa da pachacha, a mafarrica lançou-se como uma loba faminta devorando-me como se não houvesse amanhã. Ainda estive para lhe perguntar, ao jeito dos clássicos contos de fodas: “Olha lá, porque é que tens uma pachacha tão grande?”. Mas achei mais sensato continuar a pinar. Estava eu entretido a contar as bombadas por minuto a que a senisga da moça estava a ser sujeita, quando me recordo que tinha sido a sua bilha que me tinha atiçado inicialmente. Deixar um rabo daqueles sem a atenção necessária seria, no mínimo, um ultraje sexual e uma falta de cortesia sem limites. Por isso, enchi o peito, segurei-lhe nas pegas, virei-a ao contrário e pensei: “Agora é que esta porca torce o rabo”. Dada a intensidade da pinada, até os vizinhos fumaram um cigarro no fim, tal a selvajaria do meu entusiasmo.

segunda-feira, 29 de janeiro de 2018

Mulheres de pêlo na venta

Esta manhã acordei com um espalhafato bairrista à minha porta. Ainda mal tinha iniciado o processo de apaziguamento do morning glory do meu pincel, que me obriga a fazer o pino todas as manhãs para conseguir acertar na sanita, quando ouço o bradar do meu nome, em exaltação total: “Anda cá, Patife! Abre a porta que temos de falar! Não julgues que te escapas assim. Eu não sou como as outras. Não aceito isto! Se não me queres mais, vais ter de me dizer isso nos olhos. Isso de pinar e zarpar é para as gajas da margem sul!”. Curiosamente nenhuma mulher da margem sul me fez um espetáculo de pé de chinelo destes à porta de casa. Mas pronto. Podia ser do fraco raciocínio matinal mas nunca percebi esta mania do dizer as coisas nos olhos. Achas que o discurso muda por ter a tua linda cara à minha frente, patetinha? Olha lá, não posso só assomar-me à janela e dizer-te para ires para casa, que não estou assim tão interessado? Eu acho que só tenho paciência para aturar estas coisas porque reconheço que quem leva com este portentoso bacamarte, secundado por um menear de ancas digno de ginasta olímpico, depois fica “ó-cio ó-cio que não consigo agora voltar para aquelas coisinhas murchas e enfadonhas”. Tento ser compreensivo porque lhes dei a conhecer um admirável fundo novo e depois têm medo de não encontrar uma pichota que lhes preencha o vazio criado pelo meu bordalo de proporções epopeicas. Daí a histeria que algumas não sabem gerir e eu tenho o cavalheirismo e acto cívico de a tentar aplacar. Por isso, mandei-a subir. Ouvia-lhe os passos a subir as escadas, trémulos, apesar de vir a treinar o discurso, que bem a ouvi entrementes. Uma vez cá em cima a ira parecia ter desaparecido. Quase que lhe encontrei um olhar terno. Mas eu cá sou sabido e sei que aquilo ainda lhe está ali à boca de cena a arder no peito. Como não queria prolongar o jogo, expliquei-lhe simplesmente que para o Patife uma vez é ocasional, duas é relacional. Ui. O que fui dizer. Aquela estouvada da crica, possessa da pachacha, pantufeira de bocarra brocheira, devassa de bardanasca lassa, ficou com os olhos raiados de sangue, vociferando que as coisas não são assim e que ela é diferente e que não permite coisas destas porque é uma mulher que se dá ao respeito e muito senhora de si. A forma como a aviei à canzana a noite passada perante uma chuva de impropérios sexuais tira-lhe alguma credibilidade. Depois acabei por finalmente conseguir abrir os olhos ainda meio-adormecidos e reparei no seu singular rosto sob a luz solar que entra alaranjada e morna pela minha sala adentro e se desmancha em cheio na sua face esquerda. E tudo se iluminou. Não me entres de manhã pela casa a dizer que és uma mulher cheia de pêlo na venta, quando na verdade o que tens é buço.

quinta-feira, 25 de janeiro de 2018

Kardashian de Bucelas

Esta anda sempre com o iPhone 8 em riste. Diz que é um instrumento de trabalho mas só a vejo tirar selfies que publica sofregamente nas redes sociais. Durante o jantar deixou arrefecer todos os pratos para os fotografar, enquanto eu comia perante o seu ar de desfaçatez por ter começado antes dela. Consegue falar mais do que eu, que é coisa que me deixa profundamente aborrecido, só pelo facto de não a querer conhecer assim tão bem. Nenhuma pinada vale este tormento. O problema é que sempre que penso isto, parece que ela se curva de propósito e eu fico petrificado a olhar para as suas mamas pendidas sobre a minha imaturidade. Diz que os homens são todos fúteis e obcecados pelo físico enquanto emproa o busto e comprime os lábios para tirar mais uma selfie e publicar numa rede social qualquer. Acha-se uma espécie de Kardashian de Bucelas, com uma legião de saloios seguidores interessados em saber sempre onde ela está e o que está a fazer. Estranhamente isto excita-me, pois penso que irá fazer o mesmo quando estivermos a pinar, uma vez que não houve uma ação durante todo este encontro que não fosse registada pela câmara do telefone. Duvido que a câmara tenha amplitude para apanhar aqui o meu Pacheco na sua totalidade, mas sou muito pilogénico, pelo que não me incomoda. Diz que gostava de tratar os homens da mesma forma que eles tratam as mulheres, como se fossem meros nacos de carne sem sentimentos, para ver se gostavam. Tento encorajar o comportamento desde logo, mas já vai lançada na catadupa de disparos sinápticos feministas e nem me ouve. Não se cansa de dizer que despeita a maioria dos homens, essa “sub-espécie de raciocínio básico”, enquanto vai lendo em voz alta, com elevado entusiasmo, os comentários elogiosos dos homens às selfies que entretanto publicou. Ficaria confuso com isto, se não me estivesse profusamente nas tintas para ela. Pediu a sobremesa, presumo que apenas para a fotografar, pois mal a provou.

Conduz que nem uma louca A8 afora até Bucelas para me oferecer um “digestivo único” que lá tem. Esforcei-me por acreditar que me conduziria de forma igualmente estouvada na cama para me abstrair do risco de acidente iminente. Curiosamente não parava de falar e de gabar as suas capacidades ao volante, mais uma prova contrária aos argumentos desses malandros do sexo masculino que menorizam as mulheres na arte de manobrar um automóvel. Eu vou rezando por dentro, fixando-me cada vez mais no seu decote enquanto as tetas bamboleiam com as guinadas do carro, para me abstrair do perigo. Por momentos desconfio que só me quer para usar aqui o Pacheco como “pau de selfie”, dada a fama da sua avantajada dimensão. 

Por fim chegámos e confesso que já perdi a vontade do digestivo. Também teria perdido a vontade de pinar, caso não tivesse visto que ela não estava a usar cuecas quando saiu do carro. Há qualquer coisa numa mulher de vestido sem cuecas em contexto social que deixa o cérebro masculino reduzido à capacidade de raciocínio de uma alforreca com o cio. Estes pequenos momentos de lucidez podiam incomodar-me e obrigar-me a alterar a minha conduta. Mas não descansei enquanto não a fiz gemer a suplicar que a tratasse como uma puta.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Garimpeiro sexual = Squirt


Há quem tenha queda de cabelo. Eu tenho queda para papos de cona. É uma questão de sorte genética. Ou kármica. Não sei bem. Mas por onde quer que passe acabo sempre por trombar com um papinho. E, como sempre, há tantos papinhos para pinar, que nem sei se me desate a rir ou me ate a chorar. Mas ontem foi um dia especial. Tenho uma bela e vasta coleção de pipis papados, de todos os tamanhos e feitios, alguns com personalidade própria, outros com segredos por desvendar. Uns mais ousados, outros mais tímidos. Já apanhei chonas amazonas, pachachas todo-o-terreno, câmaras vaginais mais amplas que o átrio de um palácio real, daquelas em que não só é possível bater as palmas como ainda ouvir o eco chona adentro, senisgas gulosas que fazem pocinha na cuequinha a todo o instante e um completo manancial de cona fresca, experimentada, ginasticada, com vajazzling, perfumada e com todo o tipo de estilos capilares. Também já apanhei umas quantas squirters mas nada justifica o que aconteceu ontem. 
Estava a jantar calmamente com um amigo num restaurante de eleição de Lisboa, quando inadvertidamente escuto a conversa de duas finórias que se banqueteavam na mesa de trás. Dizia uma que teria vergonha se fosse uma daquelas mulheres que fazem squirt. “Coitadas, que vergonha deve ser no momento”, dizia. Ai filha, não preciso de muito mais para ficar intrigado, que é como quem diz, motivado para te arrancar um squirt dessa pachacha aprumadinha e toda cheia de nove horas. Acabámos a tomar os digestivos os quatro juntos, o que é meio caminho andado até às cuecas da moça. Não que precise de as embebedar para as pinar. Aliás, estou convicto que sou daqueles homens que quando entra num bar as mulheres começam logo mentalmente a tocar-se em simultâneo com uma mão na chona e com a outra mão rabo acima. Já não tenho é 20 anos e prefiro acelerar o tempo de engate para me alongar pachacha fora. 
Dito e feito. Pouco tempo depois já eu estava a trabalhar aquela senisga como um garimpeiro em início de carreira. A mafarrica já estava tão inchada que o seu clítoris mais parecia uma pepita de 24 quilates. E é aí que começa a magia das mãos do Patife. A moça começa a arfar sofregamente, o seu rosto totalmente ruborizado, os olhos reviram-se com a desorientação própria de uma bússola no triângulo das bermudas e sinto que a explosão está a caminho. Neste momento a magana encontra-se completamente possessa da pachacha e mal sabe o que lhe está a acontecer. A chona entra em exaltação máxima e gera um autêntico tsunami orgástico que só por sorte não me levou de enxurrada do Chiado até à Baixa de Lisboa. Ela fica imóvel e ofegante, confusa com o que ocorreu, pois não sabia que lhe podia acontecer a ela. Julgava ela que o squirt era uma propensão natural de apenas algumas mulheres que certamente padecem de algum tipo de histeria vaginal. Saiu a bambolear como quem fica no céu a saborear prazeres terrenos. Eu cá fico por terra, a contar as chonas que passam.

terça-feira, 4 de novembro de 2014

Tweeto, oh se tweeto.


A verdade é como um penso rápido: estive internado nos últimos meses sem poder chegar perto de um computador ou de uma mulher. Os médicos dizem que não posso pinar tanto nem durante tanto tempo e que a mesma equação deve ser aplicada à escrita. Parece que ambas me estavam a fazer mal à saúde. Como pinar menos não consigo, mas quero fazer pelo menos uma vontade aos médicos, vou ali escrever para o Twitter que sempre me obriga a escrever coisas curtinhas, curtinhas.

Em suma:

Para coisas curtas é ir ao Twitter do Patife: twitter.com/FF_Patife
Para coisas compridas é vir aqui ao Pacheco.

terça-feira, 22 de abril de 2014

Regresso à poesia


Volta e meia lá aparece alguém a acusar-me de ser ordinário, troglodita, homem das cavernas, parolo e o bajolo a sete. Confesso que ruborizo com tanto elogio. Mas depois fico sem dormir à noite a pensar mesmo que ofendi alguém com a minha sensibilidade de gnu, próprio de quem gosta muito de ir ao cu. Por isso, hoje torno a voltar-me para coisas bonitas, como a poesia. E também para aqueles que insistem em voltar, estranhamente na esperança de encontrar aqui coisas sábias, de ínclita profundidade intelectual, daquelas capazes de elevar a cultura nacional. Por eles, passei a noite em claro a pensar que se o Bocage e o Shakespeare fossem um só, teriam escrito muitas coisas lindas e fofinhas assim:

 

Se te comparo a um dia de tesão,
Desfaço-me num cansaço ameno
Espalhamos as roupas pelo chão,
Pelas ruas, pelos vales, pelo feno.

A toda a hora cresce o falo em demasia
Enfim, é essa a minha natureza;
Se quiseres só me tens por um dia,
Na constante mutação da picha tesa.

Mas na cama o tesão será eterno,
E de todas as maneiras pinarás;
Faço da minha picha o teu inferno:

Comendo-te pela frente e por detrás.
E quando eu precisar de me entreter,
Minhas mãos profanas te farão foder.

segunda-feira, 21 de abril de 2014

Problemas de fundo

Se hoje virem um gajo no Chiado com este livro debaixo do braço já sabem que é o Patife. É meter conversa. Que depois o Patife mete o resto.


segunda-feira, 7 de abril de 2014

Repuxo de meita


Estive 48 horas sem ter um orgasmo. Um gajo distrai-se um bocadinho com literatura russa e nem se lembra de amarfanhar o bajolo. Assim que dei conta estava com o nabo a latejar de tal forma que só tive tempo de pegar numas calças largas e sair à rua. Mal me sento na esplanada vejo-a a subir o Chiado. Aquele andar deixou-me logo com os tintins a tilintar. É que ela caminhava de tal forma segura e a abanar o rabo que fiquei logo a abanar o nabo. Só me lembro de pensar “Chavala, vais ter de mamá-la” e de, no momento a seguir, ela estar a mamar-me despudoradamente. O problema é que eu não tinha um orgasmo há dois dias e mal consigo descrever o que se passou a seguir. Eu falo de doses massivas de langonha a jorrar do meu bacamarte, acompanhadas do meu tom narrativo durante tal espetáculo: “Ca ganda repuxo de meita!”. Tivesse eu bebido um chá de pirilampos e faria uma recriação da fonte luminosa.

Nota para guardar na minha cabeça e não contar a ninguém: Já se me tivesse vindo na cara da moçoila teria sido a criação da fronte luminosa.

quarta-feira, 12 de fevereiro de 2014

À glande e à francesa


Andava na rua de rabo espetado, o que lhe dava uma certa graciosidade sexual. Já tinha reparado nesta sirigaita há algum tempo mas no outro dia aquela pandeireta estava para lá de espetada. Segui-a com os olhos com a mesma atenção que na primeira vez. Uma gaja que anda na rua daquela maneira a espetar o rabo tem de estar preparada para que um tipo fique com vontade de lhe espetar no rabo. É a ordem natural das coisas. Por isso, das duas uma: Ou era uma galdéria do anal ou queria experimentar coisas novas. Enquanto estudioso destes fenómenos senti o apelo da curiosidade e fui averiguar. Após duas horas de conversa fiquei logo a saber que estava mortinha para levar com este totem fálico. Não consegui perceber era onde. Por isso pedi esclarecimentos. Desatou-me aos berros, que era uma senhora, que não se dava assim, que o rabo era sagrado e que eu não a ia corromper. Quis explicar que ela tinha entendido tudo mal e que não a queria corromper. Apenas lhe queria romper o cu. É um nível completamente diferente. Mas achei melhor sossegá-la, afirmando que era apenas por curiosidade científica, sendo eu um estudioso do tema. Ficou claro com esta explicação que a minha inteligência tem limites. Já a burrice dela, não. Pois acreditou em tudo o que lhe disse. Daí a levá-la para a cama foi um tirinho. Quando finalmente viu sair de dentro das minhas calças esta colossal zarabatana, arregalou os olhos e disse que lhe tinha saído o Jackpot. Só me apetecia rematar com um “Oh filha, se o Pacheco se chamasse Jack estava sempre a ir-te ao pote”. Mas como se chama Pacheco acabou mesmo por ir-lhe ao pacote. Claro está que para acomodar este calhamaço a desgraçada da moça viu-se grega. Eu cá vim-me à glande e à francesa.