terça-feira, 22 de outubro de 2013
As artes circenses do chupanço
Esta achava-se uma fada. Mas a pinar não fazia magia alguma. Dei-lhe uma fodinha de condão e mesmo assim não atingia patamares de elevada qualidade fodilhona. Tive de fazer uma pausa na pranchada para imaginar como dava a volta à coisa e pensei: Tenho aqui um belo bico d´obra. E foi assim que na mesma frase formulei o problema e encontrei a solução, virando-a para o bico. E, oh, que solução tão arrebatadora. As coisas que aquela magana fazia com a boca são dignas de artista de circo. Assim que me começou a mamar no palhaço a tenda ficou logo montada na sua boca. O palhaço, esse, estava logo à boca de cena pronto para a festa. Mas era apenas um pequeno vislumbre do que estava para se passar a seguir. A gaja orquestrava coisas com a língua que fizeram o Pacheco sentir-se um acrobata da mais fina técnica, tais as cambalhotas que o meu pincel conseguiu fazer naquela boquinha mágica. A língua malabarista não parava um segundo, ostentando com sobranceria técnicas de abocanhamento e de lambuzice inimagináveis. Passava de uma técnica para a outra com a velocidade de um trovão e com uma intensidade capaz de lhe arruinar o esmalte. Estava eu já em êxtase a julgar-me no paraíso das sugadores de cornetas, quando o circo da sua boca apresentou um acto de elevada perícia e extremo perigo. Não parecia mais uma malabarista, mas sim uma autêntica engolidora de espadas em fogo. E lá foi a picha em brasa pela goela abaixo como nunca antes visto. Como é que esta garganeira do oral conseguiu enfiar todos os 30 centímetros de verga e ainda arranjar espaço para encaixar duas generosas bolas na bocarra, juro que não sei. Mas com este movimento mostrei-lhe que também sei fazer performances circenses e aqui o meu marsapo fechou o espectáculo com uma recriação do homem-bala, tal a pujança com que a meita saiu do meu canhão.
segunda-feira, 14 de outubro de 2013
A católica
Era católica. Percebi isso pelos consecutivos e estridentes apelos desnecessários a Deus enquanto a comia à canzana. Nenhum Deus lhe valeu. O mesmo não se poderá dizer do meu Pacheco, que lhe valeu uma catrefada de orgasmos em série. Mas eu, ostentando o título de cavalheiro fálico, e apesar de já estar completamente satisfeito do avianço, calculei que, sendo católica, no final gostasse de assumir a divina posição de joelhos para se penitenciar do pecado de 30 centímetros que teve dentro das bimbas da chona. Fiz-lhe a vontade e não me enganei. Já o referi por algumas vezes mas nunca é demais dizê-lo: O Pacheco devia ser canonizado. É que já meteu mais gajas de joelhos do que qualquer peregrinação a Fátima. O problema é que esta rezava à cobra zarolha de olhos fechados, o que me deixou logo de pé atrás. Sei que a fé é cega, mas estava em causa a saúde do maior e mais eficaz marsapo da história a seguir ao John Holmes. Fui conduzindo a coisa, não vá o Diabo torcê-la, segurando-lhe nos cabelos até ao orgasmo. E, atencioso como sou, dei-lhe uma imaculada ejaculação em forma de hóstia.
quinta-feira, 3 de outubro de 2013
Diário do Patife V
Nesta rubrica, um dia do diário de notas do Patife é aqui transcrito sem censuras.
28 de setembro
A padeira onde compro o pão quente de manhã voltou a olhar fixamente para o meu papo de picha. Mais uma dessas e vou ter de alargar essa tua experiência de meter a mão na massa.
Hoje malhei como se não houvesse amanhã. Apesar de não lhe ter deixado manchas no corpo, a gaja que acabei de pinar saiu daqui com ar de vaca malhada.
“Enfia-te na virgem e não corras”. Check.
Tomo agora consciência que acabei de ter uma das experiências mais traumáticas no que a lingerie diz respeito. Aquilo não eram cuecas gigantes. Era uma burka de pachacha.
Presumo que ela fantasiasse com uma queca que durasse horas, mas não tinha cabedal para isso. Levou com um dos meus orgasmos ninja. Rápidos e silenciosos.
Desta colecção:
Diário do Patife I
Diário do Patife II
Diário do Patife III
Diário do Patife IV
segunda-feira, 30 de setembro de 2013
Eu digo-te o que te quero meter
Estou apaixonado. É com lamentável pesar que vos digo que estou apaixonado. Vi-a ontem, a passear pelo Chiado. E foi amor à primeira picha. Trazia anexada uma gaja que não usava cuecas e por isso é que a vi. A gaja semi inclinou-se e eu vi-a, em forma de dois papinhos dispostos de forma sublime. Parecia arte. Não demorei muito a entabular conversa com a dona, que eu cá só me apaixonei pela sua chona. A retórica do Patife dá cartas e não demorei a cair nas suas boas graças, apesar de eu querer era cair na suas bordas lassas. Claro que pensei isto alto e aí é que foi o sarilho. Começou logo a alardear não sei quê de ser mulher séria e disse para me pôr fino. Não sei se estava a falar comigo ou com o Pacheco, que tinha acabado de se pôr grosso. Não andasses de papo ao léu na rua e nada disto te acontecia. Assim é estar a pedi-las. Depressa emendei a mão, desviando subtilmente o assunto para o descomunal tamanho da minha verga. Mas tratou de responder: «Patife, não me metes medo!». Apeteceu-me responder-lhe: «Ó filha, não é medo que eu te quero meter.» E tal como me apeteceu, assim o disse. Ela sorriu e aí eu percebi que estava já meio caminho mamado. Para a outra metade do caminho foi preciso abrir a traqueia muito mais do que lhe seria exigido. Ainda tentei desonrar-lhe a senisga à lorde mas acabámos por ficar mesmo pelas artes chupistas. É que ela foder, fodia. Mas não era a mesma coisa.
sexta-feira, 27 de setembro de 2013
Pila bilingue
No outro dia pus-me a sacar uma série. Poucos minutos depois achei que deveria era estar na rua a sacar gajas. Em boa hora o fiz. Há um fenómeno raro que ocorre na cidade de Lisboa de tempos a tempos. É à espera desse momento que me levanto todas as manhãs cheio de ânimo. Ou pelo menos ajuda. E há noites em que saio à rua, entro num espaço nocturno lisboeta e para onde quer que me vire só vejo gajas com ar esfomeado, daquelas que a qualquer momento te podem saltar com a boca à trombeta. Sem sequer pedir licença. É um movimento cabril que enche as ruas de desejo não deixando espaço para mais nada. A não ser para o Pacheco em goela alheia. Nesses dias nem homens se vêem na rua. Quero crer que já foram todos afiambrados por uma digna representante desta manada caprina toda libidinosa da pachacha. Mas nesse dia o fenómeno ocorreu a uma escala inimaginável. Mal tinha espaço para caminhar. Tudo em volta eram probabilidades infalíveis de espetanço. Tanta e tanta cabra brocheira em potência que aquilo mais parecia um filme à medida da minha longa metragem fálica. Até faziam fila para entrelaçar o olhar de engate com o meu. Acabei por levar duas para casa, pois não podia levar todas. Mamaram a bom mamar, as safardanas. Pareciam as ninfas gémeas do chupalhanço da corneta. Já eu, enquanto elas se entretinham a lambuzar-me o besugo com a língua em simultâneo, ensaiei uma pose triunfal para o orgasmo enquanto gritava de janela aberta: “Tenho uma pila bilingue!”.
segunda-feira, 23 de setembro de 2013
A da vizinha
Este fim de semana fui à praia para aproveitar o fim da época balnear do Pacheco. Assim que chego a uma das minhas praias naturistas de eleição vejo logo uma gaja de papo para o ar. E que grande papo. Completamente rapado e de bordas bem definidas. Qualquer peitinho de frango ficaria invejoso. Deitei-me não muito longe, se bem que se tivesse uma erecção não duvido que o Pacheco lhe cutucasse o ombro. Quando ela se virou e reparou no meu portento de nabo rapidamente entabulámos conversa. Juro que eu estava muito contido, mais preocupado em bronzear o Pacheco, conferindo-lhe um tom dourado próprio da sua majestosa posição social. O problema é que ela meteu o charro à frente dos dois. Dadas as primeiras passas já não me apetecia outra coisa que não fosse aviar-lhe a bichana solarenga até as areias ficarem movediças. Só que levantei o olhar e ao longe consegui vislumbrar uma pachachinha ainda mais perfeita que aquela que eu estava a esbardanar à bruta. A cona da vizinha é sempre melhor que a minha.
terça-feira, 9 de julho de 2013
Déjà Sue
Era mais bonita que as outras e isso, de certa forma, mexeu comigo. Não tanto como o seu ganda par da mamas ou os lábios a prometerem chupalhanço da corneta ao modo dos anos 80. Mas mexeu. Eu também mexi, mas isso foi depois. Primeiro meti conversa. Sou um tipo educado e sei perfeitamente que é de mau tom começar a mexericar-lhes no berbigão antes de trocar umas palavrinhas de cortesia social. Elas tendem a ligar a essas convenções e eu respeito. Não percebo a necessidade, é certo. Mas respeito. Chamava-se Sue e era holandesa. Fornicámos há 15 anos mas lembro-me como se tivesse sido há 15 minutos. E foi dos momentos mais bonitos da minha picha. Ontem encontrei uma rapariga que pinava exactamente da mesma forma que a Sue. Tinha idêntica técnica superior de abocanhamento da lentrisca, a mesma profundeza de olhar e uma pachachinha tão ou mais ginasticada que a da terra tulipas. E até fez semelhante expressão naquele segundo que antecede a avalanche orgástica, precedida de um gemidinho repleto de graciosidade. Foi uma queca que me deu uma sensação de Déjà Sue. Que no minuto a seguir passou a Déjà Cu. E só por isso, foi cu cá cu lá pela noite dentro.
terça-feira, 25 de junho de 2013
Papo de peida
Foi no final de um jantar com pessoas da classe alta que, após uns valentes copos de um maravilhoso vinho tinto, usei a expressão “peida”. A incómoda pausa que se sucedeu foi indicativa de que eu, tal como o Pacheco tantas vezes o faz, tinha ido longe demais. Mas confesso que não percebi o constrangimento. Não estava a falar de uma peida qualquer. Se estivesse a falar de uma peida descaída, cheia de pêlos, mal amanhada e com uma disseminação de celulite a tentar recriar um queijo suíço, até percebia. Mas sou um cavalheiro e não ia introduzir uma peida qualquer num jantar da primeira divisão da classe social. Dado o silêncio cortante achei que devia explicar isto. É que eu referia-me a uma peida de contornos perfeitos e não a um pacote com potencial para tirar o apetite de vosselências. Falava de um daqueles papos de peida que passados dois anos os dedos ainda ficariam erectos só pelo leve mencionar de tal pandeireta que, um dia, profanaram à bruta. E, gajo sabido, ainda me precavi explicando que não foi por qualquer fixação anal. Que não sou um fetichista da bilha. Foi mesmo por despeito, pois só reparei no papo de peida da moça depois de lhe ter tentado desonrar a senisga. E digo desonrar porque pelo aspecto devia ser considerada uma chona santa devido à falta de uso. Não tivesse ela uma bichana tão abandonada às traças e muito provavelmente nem teria reparado na bufa. É que até cheirava a mofo. Com isto lembrei-me da casa da minha tia avó e daí a imaginar um naperon a tapar-lhe a pachacha foi um tirinho, o que acabou por praticamente me obrigar a virar para a peida.
segunda-feira, 17 de junho de 2013
Túnel do Grelo
Não há muito mais a dizer. Este fim-de-semana fui pinar uma gaja que vivia em Bucelas. Para lá chegar tive de passar no Túnel do Grilo. O que funcionou como uma espécie de preliminares, pois assim que lá cheguei aventei logo que já podia ir directo para o Túnel do Grelo. Ela pareceu não gostar do comentário. Chamou-me ordinário e sugeriu que eu guardasse essas coisas para os momentos apropriados. Ia pedir esclarecimentos mas sou perspicaz. Por isso, foi precisamente quando lhe estava a rebentar as bimbas da chona com esta assustadora verga que gritei um apropriadíssimo ao momento “Toma no túnel do grelo!”. Gostava que vissem a expressão da moça. A sério. Assim entre o pânico e o desolado, com uns fragmentos de incredulidade pelo meio. Foi remédio santo, pois com o esgar de horror comprimiu as bordas lassas da pachacha e ficou tão apertadinha como uma senisga pré-baile de finalistas.
quinta-feira, 6 de junho de 2013
De pernas para o ar
Podia dizer que ela era fácil, tarada, ninfomaníaca ou simplesmente puta, que soaria sempre a eufemismo, tal a sofreguidão da sua pachacha. A sua fama era sobejamente conhecida, por isso nunca a pinei. Não por qualquer mania hipócrita da minha parte em condenar gajas fodelhonas. Apenas a deixei pinar primeiro os amadores todos para poder ter pontos de comparação suficientes para condecorar aqui o Pacheco com o título de Ceptro do Sexo. Ou Meca das Pinadas. Ou Templo do Prazer. Ou qualquer outra coisa do género. Não sou esquisito. Por isso aguardei pelo dia. Apanhou-me em dia não, daqueles em que o mau feitio se espalha por todo o corpo, só encontrando o aplacar da turbulência ao alojar-se na imensidão da glande do meu pincel. Quando estou de mau feitio, por onde passo fica tudo de pernas para o ar. E assim foi. Escancarei-lhe as pernas de tal forma à martelada fálica que até metia inveja à mais flexível das ginastas olímpicas. Garanto-vos que após a pranchada, a sua pachachona ficou da amplitude da boca de uma baleia, tal a selvajaria do meu entusiasmo.
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