quinta-feira, 3 de outubro de 2013

Diário do Patife V


Nesta rubrica, um dia do diário de notas do Patife é aqui transcrito sem censuras.

28 de setembro

A padeira onde compro o pão quente de manhã voltou a olhar fixamente para o meu papo de picha. Mais uma dessas e vou ter de alargar essa tua experiência de meter a mão na massa.

Hoje malhei como se não houvesse amanhã. Apesar de não lhe ter deixado manchas no corpo, a gaja que acabei de pinar saiu daqui com ar de vaca malhada.

“Enfia-te na virgem e não corras”. Check.

Tomo agora consciência que acabei de ter uma das experiências mais traumáticas no que a lingerie diz respeito. Aquilo não eram cuecas gigantes. Era uma burka de pachacha.

Presumo que ela fantasiasse com uma queca que durasse horas, mas não tinha cabedal para isso. Levou com um dos meus orgasmos ninja. Rápidos e silenciosos.

Desta colecção:

Diário do Patife I
Diário do Patife II
Diário do Patife III
Diário do Patife IV

12 comentários:

Anónimo disse...

A burka tem um buraco para os olhos. E essa cueca também o tinha?

Experimentando disse...

Rsrs... Experiências como essa merecem ser compartilhadas...rs
Muito bom.!!!
Abraço

Felina disse...

O teu diário dava para fazer um livro de histórias aos quadradinhos

Malena disse...

Cuidado com essas burkas que ainda tens uma (tran)surpresa!! ;)

Pusinko disse...

Pachachinhas de burka. Que corta fornicação pá. Superaste o trauma?

Didi disse...

Isto sim é digno de ser publicado, agora diários de bordo isso é grande paneleirice. Agora os teus diários são brutos pá, brutalhões!

Segredos de Alguém disse...

Está e daquelas que diz merece o comentário 'faz-te homem!'
XD

nAnonima disse...

ai, jesus cristo, que agora é que tu me lixaste!!! como é que eu «pasticho» o teu diário???

al berto (e o seu Diário) que me perdoe...



«Diário - 04 Outubro 13

O Leonard Cohen. O fim do dia. A luz azulada. O mar muito quieto. Os veleiros a entrarem na baía. O mundo, lá fora. A libido provocada pelo que se avista pela braguilha aberta na fotografia e parecia vivo e gigante em simultâneo, sempre o Pacheco.

Quem me dera estares aqui, Patife. Bebermos vinho branco fresco. Olharmo-nos em silêncio. Fornicarmos no Atlântico-Mar, sozinhos num quarto do 1° andar — como num livro de Bocage. E nós meio-bêbados a perdermos a roupa pelos corredores. Tu a insistires que és o meu "marinheiro" de Gibraltar e eu, sem dizer palavra, a dar-te a mão, sem te olhar, com a chachinha aos saltos.

Tanta coisa bela que fizemos — tu, por causa do Pacheco - bem sei - e eu, por ter tido levado as minhas duas primas.



continua...»

beijos

S* disse...

Burkas da pachacha é coisa para me assustar!!

às 27h no meu blog disse...

Afinal de qeq interessa as cuecas se o q está por baixo é bem melhor?

:.tossan© disse...

Você é um patife, porém um belo cronista. Muito bom cara! Abraço

Shiver disse...

Patife o argumento é ótimo mas parece-me que já deste fodas melhores :)